taxonID	type	description	language	source
A80687A0FF917322FC5A5326FEAEFECA.taxon	description	Figs 1 - 5	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF917322FC5A5326FEAEFECA.taxon	materials_examined	Material examinado. Dois exemplares: Est. 54 i, 23 º 43 ’ 22 ” S, 45 º 20 ’ 00 ” W, 30. VII. 2001, 15 m (MHN-BOPH 465 / MB- 623, 1 ex); Est. 25 i, 23 º 36 ’ 27 ” S, 45 º 17 ’ 84 ” W, 26. IV. 2001, 10,8 m (MHN-BOPH 466 / MB- 624, 1 ex).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF917322FC5A5326FEAEFECA.taxon	description	Descrição. Diâmetro do disco: de 3,0 a 8,0 mm. Disco dorsalmente coberto por escamas imbricadas, levemente infladas (Fig. 1). Escudos radiais pouco mais longos que largos, unidos em quase toda a extensão e separados proximalmente por uma ou duas escamas pequenas. Próximo à margem do disco, observa-se a linha de encontro entre as escamas dorsais e ventrais (Figs 1 e 3). Região interradial ventral coberta por escamas menores que as dorsais e mais imbricadas (Fig. 2). Escudos orais losangulares e alongados, com as bordas arredondadas e margem proximal mais afilada. Escudos adorais semitriangulares, alargados distalmente, afilados e unidos proximalmente. Duas papilas orais laterais, distal bem maior e subtriangular, mediana quadrangular; um par de papilas infradentais no ápice (Fig. 5). Placas braquiais dorsais mais largas que longas, trapezoidais e contíguas (Figs 1, 3 e 4). Placas ventrais pentagonais, mais largas que longas. Duas escamas tentaculares bem desenvolvidas (Fig. 5). Três espinhos braquiais robustos, levemente achatados e com a extremidade rombuda e arredondada (Fig. 4). Comentários. Segundo THOMAS (1962), Amphiodia trychna foi descrita a partir de um espécime com diâmetro do disco de 3,5 mm e, Amphiodia tymbara de um exemplar com 8,0 mm de disco, os quais apresentavam diferenças morfológicas com relação ao tamanho. Portanto, as espécies foram sinonimizadas por THOMAS (1962). HENDLER et al. (1995) mencionam a possível ocorrência de A. trychna no Brasil, porém não foi encontrado nenhum registro e a espécie não é listada no levantamento realizado por TOMMASI (1999), sendo aqui considerada como nova ocorrência para o Brasil. TOMMASI (1999) menciona a ocorrência de quatro espécies de Amphiodia para a costa brasileira, A. atra, A. planispina, A. pulchella e A. riisei. Amphiodia trychna tem características próximas de A. atra e A. riisei, no entanto a primeira apresenta escamas do disco menores, mais imbricadas; uma forte linha de encontro entre escamas ventrais e dorsais, notada dorsalmente no disco; escudos orais e adorais mais afilados e espinhos braquiais mais ponteagudos. Amphiodia riisei é uma espécie de maior porte, com escudos orais e adorais mais arredondados, escamas tentaculares relativamente menores e espinhos braquiais menos robustos.	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF917322FC5A5326FEAEFECA.taxon	distribution	Ocorrência. São Paulo; fundos não-consolidados. Distribuição Batimétrica. Registros de 1 a 160 m de profundidade. Neste estudo a espécie foi amostrada entre 10 e 15 m. Distribuição Geográfica. Atlântico: Flórida, América Central (Cuba, Porto Rico, Tobago, Belize, Panamá), Venezuela e Brasil (Sudeste).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF937322FF195384FB67FC37.taxon	description	Figs 6 - 9	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF937322FF195384FB67FC37.taxon	materials_examined	Material Examinado. Seis exemplares: est. 6679, 25 º 18 ’ 87 ” S, 44 º 52 ’ 51 ” W, 808 m, 12. I. 1998 (MHN-BOPH / MB- 114, 2 ex.); est. 28, 24 º 41 ’ 01 ” S, 44 º 18 ’ 05 ” W, 510 m (MHN-BOPH / MB- 894, 2 ex.); est. 23, 24 º 35 ’ 05 ” S, 44 º 12 ’ 00 ” W, 600 m (MHN-BOPH / MB- 895, 2 ex.).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF937322FF195384FB67FC37.taxon	description	Descrição. Diâmetro do disco: de 5,0 a 11,0 mm. Disco circular, coberto por escamas pequenas e imbricadas; centrodorsal e primárias arredondadas e distintas (Fig. 6). Uma escama de retangular a ovalada na região interradial marginal dorsal do disco (Fig. 7). Escudos radiais pouco desenvolvidos em relação ao disco, ocupando cerca de um quarto do raio, divergentes e totalmente separados por várias escamas (Figs 6 e 7). Região interradial ventral com escamas pequenas e imbricadas (Fig. 8). Escudo oral sublosangular, com a região proximal afilada, distal e laterais arredondadas. Adorais estreitos e alongados, unidos anteriormente e levemente alargados na extremidade distal. Três papilas orais afiladas de cada lado da mandíbula, com as extremidades ligeiramente curvas em direção ao centro da boca; junto a estas, fixadas ao escudo adoral, há duas escamas tentaculares do segundo poro oral, a mais distal curva e afilada e a outra arredondada. Um par de papilas apicais bem separadas (Fig. 9). Primeiro dente bem desenvolvido e podendo ser confundido com uma papila. Fenda bursal grande atingindo a margem do disco (Fig. 8). Primeira placa braquial dorsal mais larga que longa, subretangular; posteriores trapezoidais, com o bordo proximal arredondado (Fig. 7). Placas braquiais ventrais de quadrangulares a pentagonais, contíguas (Fig. 8). Duas escamas tentaculares até o 6 - 7 segmento, uma grande, fixada na placa lateral e uma pequena na ventral; nos demais segmentos apenas uma escama tentacular. Três espinhos braquiais subiguais, alongados (Figs 7 e 8). Comentários. Ophiochiton ternispinus era registrada somente para regiões profundas (acima de 400 m) do Atlântico Norte. Esta espécie foi descrita por LYMAN (1883) e, posteriormente, duas outras muito semelhantes foram descritas, O. grandis Verril, 1884 e O. solutum Koehler, 1906. MORTENSEN (1933), estudando ofiuróides de profundidade e analisando exemplares dessas espécies conclui que as três são idênticas, prevalecendo assim, O. ternispinus. Com relação às características morfológicas, BARTSCH (1983) menciona que podem ocorrer três escamas tentaculares ao invés de somente duas como o aqui observado. No Brasil, esta é a primeira ocorrência também da família Ophiochitonidae e do gênero Ophiochiton Lyman, 1878 (TOMMASI 1999).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF937322FF195384FB67FC37.taxon	distribution	Ocorrência. São Paulo; em fundos não-consolidados. Distribuição Batimétrica. Registrada entre 425 e 2220 m de profundidade. No presente estudo a espécie foi amostrada entre 510 e 810 m. Distribuição Geográfica. Atlântico, Leste: da Islândia a África do Sul; Oeste: do Estreito de Davis (Groenlândia-Canadá) ao Golfo do México; Brasil (Sudeste e Sul).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF937322FC3F51E0FC17FA2B.taxon	description	A sistemática de Ophiuridae e da subfamília Ophiurinae é ainda bastante discutida, sendo usadas diferentes classificações. Um dos gêneros desta subfamília, descrito por CLARK (1915), é Homalophiura, caracterizado principalmente pela presença de pente braquial reduzido; poros tentaculares pequenos e restritos aos segmentos braquiais basais; segundo poro tentacular oral abrindo inteiramente fora da fenda oral, com várias escamas tentaculares de cada lado e poucos espinhos braquiais pequenos. Entretanto, PATERSON (1985) notou características que justificavam a diferenciação deste em quatro outros gêneros (Tab. I). Neste trabalho é usada a classificação proposta por PATERSON (1985).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF947327FF1C57CAFB97FDDD.taxon	description	Figs 10 - 16	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF947327FF1C57CAFB97FDDD.taxon	materials_examined	Material Examinado. 4303 exemplares: est. 33, 24 º 52 ’ 02 ” S, 44 º 34 ’ 07 ” W, 530 m, (MHN-BOPH / MB- 886, 606 ex.); est. 6659, 24 º 20 ’ 52 ” S, 43 º 46 ’ 75 ” W, 505 m, 9. I. 1998 (MHN-BOPH / MB- 18, 3.600 ex.); est. 6660, 24 º 17 ’ 67 ” S, 43 º 48 ’ 19 ” W, 314 m, 9. I. 1998 (MHN-BOPH / MB- 22, 7 ex.); est. 6693, 26 º 41 ’ 27 ” S, 46 º 27 ’ 50 ” W, 430 m, 19. I. 1998 (MHN-BOPH / MB- 88, 87 ex.); est. 6786, 27 º 28 ’ 70 ” S, 47 º 09 ’ 66 ” W, 380 m, 15. III. 1998 (MHN-BOPH / MB- 147, 3 ex.).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF947327FF1C57CAFB97FDDD.taxon	description	Descrição. Diâmetro do disco: de 3,0 a 8,5 mm. Disco coberto por escamas grandes e irregulares, intercaladas por pequenas; escamas centrodorsal e primárias distintas (Fig. 10). Escudos radiais subtriangulares, unidos na região mediana-posterior, separados proximalmente por uma escama losangular e na porção mais distal por uma pequena escama triangular. Pente braquial com espinhos achatados e quadrangulares, que formam uma franja contínua na base dos braços (Figs 10 e 12). Face interradial ventral com cobertura semelhante a dorsal. Escudo oral bem desenvolvido, pentagonal, proximalmente afilado com pequenas reentrâncias laterais (Figs 11 e 14); adorais estreitos, alongados e contíguos na extremidade proximal, distalmente não alargados e em contato com a primeira placa braquial lateral. Cerca de quatro papilas orais laterais; duas apicais robustas, podendo ocorrer apenas uma em algumas mandíbulas. Segundo poro tentacular oral amplo, abrindo fora da fenda oral, ao lado do escudo adoral, protegido por 8 - 10 escamas tentaculares com formato geralmente quadrangular. Três primeiros poros tentaculares braquiais grandes, também com cerca de oito escamas cada (Fig. 14); poros posteriores muito pequenos (Fig. 15). Fenda bursal ampla, atingindo a margem do disco, ladeada com papilas semi-quadrangulares contíguas, as quais unem-se aos espinhos do pente braquial (Figs 14 e 15). Primeira e segunda placas braquiais dorsais mais largas que longas e contíguas; terceira pentagonal, tão larga quanto longa, também contígua; placas posteriores sub-triangulares, reduzindo de tamanho em direção à extremidade do braço e separadas pelas placas braquiais laterais (Fig. 13). Ventrais mais largas que longas com o bordo proximal afilado e o distal curvo, também decrescendo de tamanho em direção a extremidade do braço (Fig. 15). Laterais bem desenvolvidas tocando-se dorsal e ventralmente. Três espinhos braquiais iguais e pequenos, adpressos; à partir do 20 º segmento braquial o espinho mediano é transformado em gancho com dentículos hialinos (Fig. 16). Comentários. É o primeiro registro de Ophiura (Ophiuroglypha) clemens para o Brasil. Foi inicialmente descrita por KOEHLER (1904) com o nome de Ophioglypha clemens e posteriormente rearranjada por PATERSON (1985) quando de sua revisão do gênero Homalophiura. De acordo com tais descrições os exemplares aqui estudados pertencem à espécie Ophiura (O.) clemens. Dois caracteres mencionados com relação à região oral apresentam algumas divergências: número de papilas apicais e tamanho relativo do escudo oral. Segundo as descrições, há uma única papila apical ponteaguda no ápice da mandíbula, entretanto nos exemplares aqui examinados foram observadas uma ou duas, variação verificada inclusive em diferentes mandíbulas de um mesmo indivíduo. Com relação ao tamanho do escudo oral, foi observado que este ocupa cerca de metade da distância até a margem do disco, característica distinta das descrições anteriores, que mencionam que este ocuparia menos da metade da distância. Entretanto, tais diferenças são pequenas e provavelmente estão relacionadas à variação individual e / ou de crescimento. Ophiura (Ophiuroglypha) clemens tem características próximas a Ophiura (Ophiura) violainae e Ophiura (Ophiura) nítida, no entanto estas últimas não possuem espinho braquial distal em gancho. Ophiura (O.) violainae possui as papilas orais mais ponteagudas, formato diferenciado e menor tamanho do escudo oral com relação a Ophiura (O.) clemens. Ophiura (O.) nítida apresenta ainda pente braquial composto por espínulos cônicos e não arredondados, escudo oral em forma de seta e protuberâncias sobre as placas primárias.	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF947327FF1C57CAFB97FDDD.taxon	distribution	Ocorrência. São Paulo, Paraná e Santa Catarina; em fundos não-consolidados. Distribuição Batimétrica. Registrada entre 686 e 1900 m de profundidade. Os exemplares aqui examinados foram amostrados entre 314 e 530 m. Distribuição Geográfica. Indo-Pacífico: Filipinas, Leste da Índia; Atlântico Norte: Baía de Biscay (Canadá); Atlântico Sul: Brasil (Sudeste e Sul).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF967327FBED5071FA28FBE1.taxon	description	O gênero Ophiomusium, foi descrito por LYMAN (1869), que caracterizou-o pela ocorrência de espécies relativamente grandes, presença de papilas orais muito unidas com contornos pouco visíveis, disco coberto por placas e escudos radiais intimamente soldados, placas braquiais dorsais e ventrais pequenas e placas laterais unidas dorsal e ventralmente. O autor menciona que não há poros tentaculares além dos segmentos braquiais basais e os espinhos braquiais são pequenos. CLARK (1941) propõe um novo nome genérico, Ophiosphalma, para aquelas espécies com três pares de poros tentaculares proximais em cada braço, restringindo o gênero Ophiomusium para espécies com somente dois pares de poros. Segundo CLARK (1941), LYMAN (1869) não define exatamente qual o número de pares de poros tentaculares na descrição do gênero, porém na descrição da espécie tipo, Ophiomusium eburneum, ele enfatiza a ocorrência de somente dois pares de poros. A divisão de tais gêneros foi aqui adotada embora ainda esteja sendo discutida.	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF967329FC7E56B4FEAAF970.taxon	description	Figs 17 - 23	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF967329FC7E56B4FEAAF970.taxon	materials_examined	Material Examinado. 291 exemplares: est. 28, 24 º 41 ’ 01 ” S, 44 º 18 ’ 05 ” W, 510 m (MHN-BOPH / MB- 885, 208 ex.); est. 33, 24 º 52 ’ 02 ” S, 44 º 34 ’ 07 ” W, 530 m (MHN-BOPH / MB- 888, 5 ex.); est. 6679, 25 º 18 ’ 87 ” S, 44 º 52 ’ 51 ” W, 808 m, 12. I. 1998 (MHNBOPH / MB- 61, 6 ex.); est. 6684, 25 º 43 ’ 90 ” S, 45 º 09 ’ 50 ” W, 511 m, 13. I. 1998 (MHN-BOPH / MB- 73, 45 ex.); est. 6693, 26 º 41 ’ 27 ” S, 46 º 27 ’ 50 ” W, 430 m, 19. I. 1998 (MHN-BOPH / MB- 89, 18 ex.); est. 6705, 25 º 59 ’ 73 ” S, 45 º 37 ’ 32 ” W, 424 m, 21. I. 1998 (MHN-BOPH / MB- 100, 1 ex.); est. 6786, 27 º 28 ’ 70 ” S, 47 º 09 ’ 66 ” W, 380 m, 15. III. 1998 (MHN-BOPH / MB- 148, 8 ex.).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF967329FC7E56B4FEAAF970.taxon	description	Descrição. Diâmetro do disco: de 2,0 a 13,0 mm. Placas dorsais e ventrais com aparência granulada (Fig. 20). Escamas dorsais irregulares e elevadas; centrodorsal e primárias arredondadas e levemente distintas. Uma grande escama arredondada a triangular localizada no espaço interradial marginal tocando lateralmente os escudos radiais, bem desenvolvidos, ovais e entumescidos, separados por 3 - 4 escamas menores, que continuam-se até a primeira placa braquial dorsal (Figs 17 e 19). Região interradial ventral coberta por escamas circulares levemente elevadas e pela placa genital alongada. Escudos orais em forma de gota, afilados proximalmente e arredondados no bordo distal; adorais unidos na porção anterior, levemente alargados na extremidade distal, tocando a primeira placa braquial lateral. De 5 - 6 papilas orais pequenas e contíguas de cada lado da mandíbula, distais levemente maiores. Uma papila infradental triangular. Fenda bursal pequena e estreita, margeada por papilas diminutas (Figs 18 e 21). Primeira placa braquial dorsal retangular, segunda pentagonal e contígua com a primeira. Posteriores losangulares, não contíguas, diminuindo de tamanho em direção à extremidade do braço (Figs 19 e 20). Primeira e segunda ventrais subpentagonais, afiladas anteriormente, com leves reentrâncias laterais dos poros tentaculares. Posteriores triangulares reduzindo de tamanho em direção à extremidade do braço, onde são inconspícuas (Figs 18 e 21). Placas laterais robustas tocando-se dorsal e ventralmente, exceto no primeiro e segundo segmentos braquiais (Figs 20 e 21). Poros tentaculares presentes apenas no primeiro e segundo segmentos do braço, com uma pequena escama tentacular ovalada (Figs 18 e 21). Nos primeiros 4 - 5 segmentos, dois espinhos braquiais pequenos, ventral maior (Figs 20 e 21). Segmentos posteriores com três espinhos, os dois superiores menores, podendo apresentar a extremidade curva com dentículos hialinos (Figs 22 e 23). Comentários. A espécie aqui estudada possui todas as características descritas por LYMAN (1869) para Ophiomusium eburneum. Posteriormente CLARK (1902) considera uma variedade elegans para tal espécie, a qual estaria baseada no número de espinhos braquiais igual a três, uma vez que na descrição original, LYMAN (1869) menciona somente dois espinhos braquiais para a espécie. No entanto, tal variedade não foi adotada pela maioria dos autores, pois LYMAN (1883) registra certas variações da espécie, entre elas a possibilidade de ocorrer três espinhos braquiais. Nos espécimes aqui analisados foram observados dois espinhos nos segmentos braquiais proximais e três nos distais. Este é o primeiro registro de Ophiomusium eburneum para o Brasil. Segundo TOMMASI (1999), duas outras espécies do gênero são registradas no país, O. acuferum e O. anaelisae, as quais diferem com relação ao tamanho do adulto, disposição das placas do disco, tamanho e localização dos espinhos braquiais.	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
A80687A0FF967329FC7E56B4FEAAF970.taxon	distribution	Ocorrência. São Paulo, Paraná e Santa Catarina; em fundos não-consolidados. Distribuição Batimétrica. Registrada entre 136 e 910 m de profundidade. Os exemplares aqui examinados foram amostrados entre 380 e 810 m. Distribuição Geográfica. Atlântico Norte: Estados Unidos, Golfo do México, América Central; Atlântico Sul: Brasil (Sudeste e Sul).	pt	Borges, Michela, Amaral, Antonia C. Z. (2007): Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil. Revista Brasileira de Zoologia 24 (4): 855-864, DOI: 10.1590/s0101-81752007000400001, URL: http://dx.doi.org/10.1590/s0101-81752007000400001
